A Uber anunciou a liberação nacional da modalidade Uber Mulher, recurso que permite que passageiras realizem corridas exclusivamente com motoristas mulheres. A novidade passou a valer em todo o Brasil a partir do fim de junho de 2026, após um período de testes em cidades selecionadas.
A funcionalidade é uma evolução do antigo programa “U-Elas”, criado em 2019, e chega com o objetivo de oferecer mais segurança e conforto para usuárias da plataforma.
O recurso foi integrado ao aplicativo com diferentes opções de uso, adaptadas à necessidade da passageira:
Caso não haja uma motorista disponível rapidamente, o aplicativo informa a usuária, que pode optar por continuar aguardando ou seguir com o motorista mais próximo.
A iniciativa reforça uma demanda antiga de usuárias por mais segurança no uso de aplicativos de transporte. Segundo a empresa, o Uber Mulher busca criar um ambiente mais confortável, especialmente para quem prefere viagens com motoristas do mesmo gênero.
Outro destaque é a integração com contas de adolescentes, permitindo que jovens entre 12 e 17 anos utilizem o serviço com acompanhamento em tempo real por responsáveis, além de ferramentas adicionais de segurança.
Antes da liberação nacional, o recurso já havia sido disponibilizado de forma gradual em capitais e grandes cidades ao longo de 2025 e 2026. Com a expansão, a empresa amplia o acesso à funcionalidade para usuárias em todo o país.
A expectativa é que, com a adesão crescente de motoristas mulheres, o serviço se torne cada vez mais ágil e disponível em diferentes regiões.
A lutadora Kyra Gracie e o ator Malvino Salvador gravaram um vídeo para ensinar mulheres a se defenderem de agressões, usando como exemplo ataques dentro de elevadores. A ideia surgiu depois do caso do ex-jogador de basquete Igor Cabral, que foi preso por dar cerca de 60 socos na namorada dentro de um elevador.
No vídeo, Malvino finge atacar, e Kyra mostra como reagir de forma rápida. “Quando caio no chão, não posso ficar vulnerável. Uso as pernas para atacar o joelho ou o rosto, criando espaço para fugir”, explicou a faixa-preta de jiu-jitsu.
Ela também contou o que fazer se o agressor continuar batendo: “Encurto a distância, dou um chute, vou para as costas e protejo a cabeça, aproveitando qualquer brecha para escapar”.
Kyra disse que resolveu ensinar essas técnicas depois que viu o vídeo da agressão. “Foi um absurdo. Um homem muito forte, provavelmente com técnica, desferindo mais de 60 socos em uma mulher indefesa”, desabafou.
Malvino destacou que defesa pessoal começa antes do ataque acontecer. “Defesa é antecipação. É criar oportunidades para sair vivo daquela situação”, disse ele.
O casal explicou que, mesmo em casos muito graves, o mais importante não é lutar contra o agressor, mas sim conseguir fugir com segurança.